O governo japonês, através do Programa de Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana (APC), doou US$ 40.899,00 em prol da Organização Cidades Sem Fome. A cerimônia de assinatura do contrato de doação aconteceu no dia 22 de janeiro de 2009, nas dependências do Consulado Geral do Japão em São Paulo. Estiveram presentes o cônsul geral do Japão em São Paulo, Sr. Kazuaki Obe, o presidente da entidade, Adilson Alves dos Santos e o fundador e coordenador de projetos da Organização Cidades sem Fome, Hans Dieter Temp. Com a doação, a entidade irá adquirir equipamentos agrícolas que diminuirão o custo e o tempo de preparo da terra, melhorando e aumentando a produção e, consequentemente, haverá também, um aumento na geração de renda para os beneficiários do projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias.
Consulado do Japão-SP - www.sp.br.emb-japan.go.jp
Assinatura do Contrato – da esquerda para a direita: Adilson Alves dos Santos – Presidente da Organização Cidades sem Fome e o Cônsul do Japão em São Paulo Sr. Kazuaki Obe.
Da direita para a esquerda: Adilson Alves dos Santos, Hans Dieter Temp da Organização Cidades sem Fome e o Cônsul do Japão em São Paulo, Sr. Kazuaki Obe.
Cerimônia de Assinatura de Contrato entre o Consulado do Japão e a Organização Cidades sem Fome.












2 Comments
MORO EM SALVADOR-BA, E PARTICIPO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES EM UM BAIRRO PERIFERICO ONDE POR FALTA DE OPORTUNIDADES OS JOVENS TERMINAM SE ENVOLVENDO COM AS DROGAS E A CRIMINALIDADE.
JÁ TEMOS UM PROJETO DE DISTRIBUIÇÃO DE SOPA E PÃO EM ANDAMENTO, FIQUEI ENTEREÇADO EM FAZER ALGO SEMELHANTE AO PROJETO DE VOCÊS (HORTA COMUNITÁRIA).
COMO DEVO PROCEDER? ONDE POSSO BUSCAR AJUDA? VOCÊS PODEM ME AJUDAR?.
ESPERO QUE VOCÊS LEIAM ESSE EMAIL.
AGUARDO RESPOSTA,
RAIMUNDO ESTEVES, DIRETOR FINANCEIRO
TEL.(71)8773-3472/3251-7461
Sou psicóloga, trabalho em uma Casa de Acolhida em Olinda-PE com crianças e adolescentes vítimas de várias formas de violência doméstica. O nosso trabalho entre outras atividades, consiste principalmente em fortalecer essas famílas para o retorno dessas criançase e adolescentes ao lar.Entendo, que essas famílias são igualmentes vítimas do sistema, vivem em vulnerabidade social, e provavelmente repetirão o padrão familiar se não lhes forem oportunizadas vislumbrarem uma nova forma de vida.
Assisti na televisão o projeto “Cidades sem fome” e achei super interessante, e veio o desejo de implantar esse projeto ou algo similar aqui em Pernambuco.Gostaria de saber da viabilidade dessa idéia e de contar com as orientações de vocês.
Atenciosamente
Dayse Cristina Guedes Fernandes-Fone (081)91710283)