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	<title>Cidades Sem Fome &#187; Português</title>
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		<title>Estufas Agrícolas, construção e metodologia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 23:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo: A Organização Cidades sem Fome desenvolveu uma tecnologia para a construção de estufas agrícolas utilizando materiais alternativos, bem mais baratos que os tradicionais. Utilizamos materiais que pudemos encontrar na Cidade de São Paulo. Em outras regiões do país, acreditamos que os resultados ainda possam ser melhores, pois encontram-se materiais com custos menores. A utilização da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo: </strong>A Organização Cidades sem Fome desenvolveu uma tecnologia para a construção de estufas agrícolas utilizando materiais alternativos, bem mais baratos que os tradicionais. Utilizamos materiais que pudemos encontrar na Cidade de São Paulo. Em outras regiões do país, acreditamos que os resultados ainda possam ser melhores, pois encontram-se materiais com custos menores. A utilização da madeira foi um fator que onerou a construção das estufas em São Paulo, mas em outras localidades podem ser utilizadas materiais alternativos como a madeira de eucalipo, pinus e até bambus. Os processos de construção e a metologia utilizada podem ser modificados e aperfeiçoados. O monitoramento e acompanhamento da construção, a descrição de todo o projeto de construção, a criação da metodologia e a parte fotográfica foi acompanhada e disponibilizada pelo funcionário Regis Eder Neu – <a href="mailto: regisederneu@yahoo.com.br">regisederneu@yahoo.com.br</a>, Tecnólogo em Agricultura Familiar e Sustentabilidade, formado pela Universidade Federal de Santa Maria/RS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que construir estufas agrícolas?</strong></p>
<p><strong></strong>O plástico agrícola, também chamado de filme agrícola usado em estufas, foi idealizado para que durante o dia , a luz do Sol (energia radiante) possa transpassar facilmente por suas estruturas, pois o material do filme é transparente para esse tipo de radiação, que possui uma determinada freqüência. Durante a noite , quando as ondas de calor, que possuem uma freqüência diferente da luz solar, são emitidas no interior da estufa , são barradas, pois o material do filme agrícola é opaco para esse tipo de radiação e desse modo garante a permanência de grande parte do calor no interior da estufa agrícola. As ondas de calor permanecem retidas no interior do espaço protegido. O processo da fotossíntese e a produção de oxigênio são acelerados em ambientes favoráveis – mais quentes e úmidos, – o que proporciona maior rapidez no crescimento, melhor floração e frutificação. A necessidade dos produtores protegerem as suas culturas principalmente durante os períodos climáticos mais adversos, é o principal fator para que sejam utilizadas estufas e cultivos protegidos. A sua utilização é cada vez maior em todo o mundo, evitando os danos causados por temporais, geadas, nevadas, granizos, frio extremo, ou seja, más condições climáticas. O uso de estufas agrícolas possibilita melhor desenvolvimento dos plantios, aumentando a sua produtividade, proporcionando maior número de colheitas ao ano como também colheitas nas entre safras. Melhora a quantidade e qualidade dos produtos, independentemente das variações climáticas existentes contribuindo assim para a segurança alimentar e a geração de renda das famílias.</p>
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		<title>Organização Cidades sem Fome recebe prêmio Finep 2011 de Inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 16:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Organização Cidades sem Fome, com seu projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias ficou em 2º lugar na classificação final do Prêmio FINEP 2011 de Inovação para a região Sudeste, categoria Tecnologia Social.
O que é o Prêmio FINEP de Inovação? A Financiadora de Estudos e Projetos &#8211; FINEP, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Organização Cidades sem Fome, com seu projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias ficou em 2º lugar na classificação final do Prêmio FINEP 2011 de Inovação para a região Sudeste, categoria Tecnologia Social.</strong></p>
<p>O que é o Prêmio FINEP de Inovação? A Financiadora de Estudos e Projetos &#8211; FINEP, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como objetivo promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa e outras instituições públicas ou privadas, mobilizando recursos financeiros e integrando instrumentos para o desenvolvimento econômico e social do País. A FINEP privilegia, em sua atuação, o apoio a empresas e instituições que investem no desenvolvimento de novos produtos e processos, na busca contínua da inovação e da liderança tecnológica. O processo de inovação é apoiado em todas as suas etapas e dimensões. Da pesquisa em laboratório ao desenvolvimento de mercados para produtos inovadores, da incubação de empresas de base tecnológica à estruturação e consolidação dos processos de pesquisa e desenvolvimento das empresas já estabelecidas. São inovações tecnológicas as implantações de produtos e processos tecno-logicamente novos e com substanciais melhorias tecnológicas. Uma inovação é considerada implantada se estiver introduzida no mercado ou usada no processo de produção (mais informações Prêmio FINEP: <a href="http://www2.finep.gov.br/premio/" target="_blank">http://www2.finep.gov.br/premio/</a> ).</p>
<h3>Os vencedores da Categoria Tecnologia Social, região Sudeste foram:</h3>
<p><strong>1º lugar</strong><br />
Projeto Piloto de Revitalização Ecossocial do Cerrado- EMATER/MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais): O projeto piloto consiste em minimizar as causas do desmatamento, da degradação dos solos e recursos hídricos e de outras ameaças ao Bioma Cerrado. Visa ainda ampliar o conhecimento dos agricultores familiares sobre as condições das áreas utilizadas e realizar em suas terras um planejamento que permita usos técnico-econômicos viáveis, manejos racionais dos recursos ambientais disponíveis e a proteção do patrimônio natural e cultural do Bioma.</p>
<p><strong>2º lugar</strong><br />
Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias – ONG Organização Cidades Sem Fome (SP): O projeto Hortas Comunitárias consiste na utilização de áreas públicas ou privadas que não tenham utilização específica para a implantação e desenvolvimento de hortas a fim de proporcionar às comunidades carentes oportunidades de trabalho, meios para capacitação profissional e geração de renda através da comercialização dos produtos. Tem por objetivo, também, combater a desnutrição e melhorar a qualidade de vida das comunidades, uma vez que busca viabilizar o acesso a alimentos saudáveis e nutritivos&#8230;. Ver fotos abaixo , ou maiores detalhes acesse a <a href="http://www.facebook.com/pages/Organiza%C3%A7%C3%A3o-Cidades-Sem-Fome/154754594565835" target="_blank">pagina do facebook da Cidades Sem Fome</a>.</p>
<p><strong>3º lugar</strong><br />
Primeira rede de venda direta de produtos sustentáveis do Brasil &#8211; Instituto Asta (RJ): Trata-se da transformação do modelo milenar de vendas porta a porta em uma plataforma de inclusão econômica, adaptando-a para distribuir produtos feitos por pequenos empreendimentos produtivos comunitários para a classe média e alta do Brasil através de uma rede de revendedoras autônomas. A Rede Asta tem sido reconhecida internacionalmente e estudada como uma possível solução para compor a Economia Solidária na América Latina.</p>
<p><strong>FOTOS DO EVENTO DE PREMIAÇÃO DO PRÊMIO FINEP2011 DE INOVAÇÃO, REGIAO SUDESTE – 29 NOVEMBRO 2011</strong></p>

<a href='http://cidadessemfome.org/pt/2011/12/organizacao-cidades-sem-fome-recebe-premio-finep-2011-de-inovacao/attachment/4/' title='4'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/12/4-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/2011/12/organizacao-cidades-sem-fome-recebe-premio-finep-2011-de-inovacao/attachment/3/' title='3'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/12/3-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="3" title="3" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/2011/12/organizacao-cidades-sem-fome-recebe-premio-finep-2011-de-inovacao/attachment/2/' title='2'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/12/2-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="2" title="2" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/2011/12/organizacao-cidades-sem-fome-recebe-premio-finep-2011-de-inovacao/attachment/1/' title='1'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/12/1-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="1" title="1" /></a>

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		<title>Entrega do prêmio Dubai International Award for Best Practices 2010</title>
		<link>http://cidadessemfome.org/pt/2011/04/entrega-do-premio-dubai-international-award-for-best-practices-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 20:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu no dia 29 de março de 2011, a entrega do prêmio Dubai International Award for Best Practices 2010. A cerimônia foi realizada na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e a Organização Cidades sem Fome, uma das 12 contempladas, fez-se representar no evento através do seu fundador, Hans Dieter Temp e da Assistente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu no dia 29 de março de 2011, a entrega do prêmio Dubai International Award for Best Practices 2010. A cerimônia foi realizada na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e a Organização Cidades sem Fome, uma das 12 contempladas, fez-se representar no evento através do seu fundador, Hans Dieter Temp e da Assistente Social Raquel de Melo Ferreira Temp. Compartilhamos essa importante conquista com todos os nossos colaboradores, parceiros, beneficiados e em especial, com nossos apoiadores e patrocinadores.</p>
<p><strong>O que é o Dubai International Award for Best Practices?</strong> A premiação foi lançada em uma conferência das Nações Unidas, em novembro de 1995. Desde então, a cada dois anos, doze projetos são contemplados dentre os concorrentes dos cinco continentes. A iniciativa é do governo de Dubai, em parceria com a ONU/HABITAT, e tem como objetivo, incentivar projetos de desenvolvimento sustentável em comunidades carentes, através de ações de cooperação internacional mútua.</p>
<p>Melhores Práticas são contribuições relevantes para melhorar o meio ambiente e desenvolver comunidades em situação de vulnerabilidade social. São definidas pelas Nações Unidas e pela Comunidade Internacional como iniciativas bem sucedidas que:</p>
<ul>
<li>apresentam impacto visível e tangível na melhoria da qualidade de vida das pessoas;</li>
<li>são resultados de parcerias eficazes entre os setores público, privado e da sociedade civil;</li>
<li>são socialmente , culturalmente, economicamente e ambientalmente sustentáveis; Melhores Práticas são promovidas e utilizadas pelas Nações Unidas e pela Comunidade Internacional como um meio de:</li>
<li>incentivo às políticas públicas baseadas em projetos que realmente funcionam;</li>
<li>sensibilização para os tomadores de decisão em todos os níveis, envolvendo a população em potenciais soluções para problemas comuns nas áreas social, econômica e ambiental;</li>
<li>Compartilhamento e transferência de competências, conhecimentos e experiências através de redes mútuas de aprendizagem.</li>
</ul>
<p>Os 12 projetos vencedores do Dubai International Award for Best Practices 2010 podem ser encontrados no link<br />
<a href="http://www.khaleejtimes.com/DisplayArticle08.asp?xfile=data/theuae/2011/March/theuae_March825.xml&#038;section=theuae" target="_blank"> http://www.khaleejtimes.com/DisplayArticle08.asp?xfile=data/theuae/2011/March/theuae_March825.xml&#038;section=theuae</a></p>
<p>Acompanhe também as notícias do projeto Cidades sem Fome pelas Redes sociais Facebook, Twitter e Youtube. Os endereços encontram-se abaixo.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Hans Dieter Temp<br />
Organização Cidades sem Fome<br />
11 2735-4842 e 11 9820-5784 ou 55 3265-2361 e 55 9670-5742.</p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/pages/Organizacao-Cidades-Sem-Fome/154754594565835">http://www.facebook.com/pages/Organizacao-Cidades-Sem-Fome/154754594565835</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/cidadessemfome">http://twitter.com/cidadessemfome</a><br />
Youtube: <a href="http://www.youtube.com/cidadessemfome">http://www.youtube.com/cidadessemfome</a><br />
Flickr: <a href="http://www.flickr.com/photos/cidades-sem-fome/">http://www.flickr.com/photos/cidades-sem-fome/</a><br />
Wikipédia: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Cidades_Sem_Fome">http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Cidades_Sem_Fome</a></p>

<a href='http://cidadessemfome.org/de/2011/04/stadte-ohne-hunger-nimmt-nachhaltigkeitspreis-in-dubai-entgegen/attachment/dubai_1/' title='Dubai Preisverleihung'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/04/dubai_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dubai Preisverleihung" title="Dubai Preisverleihung" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/de/2011/04/stadte-ohne-hunger-nimmt-nachhaltigkeitspreis-in-dubai-entgegen/attachment/dubai_2/' title='Dubai Preisverleihung'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/04/dubai_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dubai Preisverleihung" title="Dubai Preisverleihung" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/de/2011/04/stadte-ohne-hunger-nimmt-nachhaltigkeitspreis-in-dubai-entgegen/attachment/dubai_3/' title='Dubai Preisverleihung'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/04/dubai_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dubai Preisverleihung" title="Dubai Preisverleihung" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/de/2011/04/stadte-ohne-hunger-nimmt-nachhaltigkeitspreis-in-dubai-entgegen/attachment/dubai_4/' title='Dubai Preisverleihung'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2011/04/dubai_4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dubai Preisverleihung" title="Dubai Preisverleihung" /></a>

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		<title>Reaplicação do Projeto Cidades sem Fome</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 21:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos trabalhando para reaplicar o projeto em uma área rural. A proposta é desenvolver um projeto semelhante ao que estamos fazendo  em São Paulo, no interior do estado do Rio Grande do Sul (sul do Brasil), em uma pequena comunidade agrícola, que se chama Agudo. A cidade de Agudo  situa-se a cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos trabalhando para reaplicar o projeto em uma área rural. A proposta é desenvolver um projeto semelhante ao que estamos fazendo  em São Paulo, no interior do estado do Rio Grande do Sul (sul do Brasil), em uma pequena comunidade agrícola, que se chama Agudo. A cidade de Agudo  situa-se a cerca de 280km de Porto Alegre, direção centro do estado do Rio Grande do Sul. Essa cidade está situada numa região onde a imigração alemã e italiana tiveram grande influência na formação econômica, cultural e social das populações.</p>
<br /><img src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2010/11/vlcsnap-2010-11-25-21h57m36s184.png" alt="media" /><br />

<p>Hoje, a atividade econômica predominante da cidade de Agudo e várias cidades lmítrofes está baseada na produção e no cultivo do fumo (tabaco). Décadas atrás, antes do evento do cultivo do fumo, a economia se baseava em agricultura familiar forte e diversificada, onde todas as propriedades possuiam criação de porcos, galinhas, gado, pomar, cultivavam-se feijão, arroz, trigo, batatas, enfim, produzia-se tudo para o autoconsumo dos membros da família e o excedente da produção era comercializado para gerar dinheiro. Até os anos 80 as comunidades rurais dessas cidades eram comunidades muito bem estruturadas e fortalecidas, de posses de belas residências e donas de excelentes propriedades de terras nas quais avistava grandes quantidades de matas e florestas nativas.</p>
<p>No início dos anos 80 houve um grande incentivo por parte das multinacionais fumageiras  para transformar o modelo da agricultura familiar até então vigente em um novo modelo de produção de tabaco ou fumo. As estratégias utilizadas pelas indústrias tabageiras foram incentivar os agricultores familiares para que estes, apenas plantassem fumo em suas propriedades com a promessa de compra integral da produção pelas companhias de fumo e tabaco. Hove uma migração gigantesca do modelo antigo de produção e o cultivo do fumo/tabaco começou a ser a atividade econômica mais trabalhada na região. As indústrias fumageiras incentivavam os produtores com custeios em dinheiro para passarem o ano e para pagar suas despesas até os meses da safra, só que o custo desse dinheiro estava sempre atrelado à taxas de juros bancários, o que denotava no final da colheita, grandes descontos no faturamento dos agricultores. O que aconteceu foi que grande parte desses agricultores deixaram de produzir seus alimentos, seus animais, seus pomares e dedicaram-se exclusivamente à atividade fumageira, comprando em supermercados e no comércio local, todos os gêneros alimentícios de primeira necessidade, que outrora mesmo produziam em suas propriedades.</p>
<p>O resultado dessa mudança fez-se sentir já no início dos anos 90, quando grande parte dos agricultores acumulavam enormes somas em dívidas junto ás empresas fumageiras e aos bancos. Muitos tiveram suas propriedades e terras hipotecas aos bancos que depois de inúmeras tentativas de receber os créditos, não restou outra alternativa a não ser hipotecar as terras dos agricultores para liquidar suas dívidas junto a essas instituições financeiras. Ainda hoje, a grande maioria dos agricultores que planta e cultiva o fumo encontram-se em situação lastimável, com grande acúmulo de dívidas e sem nenhuma expectativa de melhoria em suas condições de vida. Outro fator que chama muito a atenção, foi o grande desmatamento provocado pelos agricultores, que precisam de madeira para secar o fumo em grandes fornalhas.</p>
<p>Os impactos gerados pela produção do fumo não são somente econômicos e ambientais. Grande parte da população que trabalha ativamente com a cultura do fumo possui grande incidência de casos de câncer, provocado pela grande carga de venenos utilizados na produção dessa cultura. Um grande número de crianças estão nascendo com deformidades congênitas, devido ao contato dos pais com os venenos e insumos altamente tóxicos durante a gravidez e também, acredita-se, que as deformidades nas crianças já são problemas de alterações genéticas causados nos pais pela exposição excessiva e de vários anos aos venenos aplicados no cultivo do fumo. Em conversas mantidas com agricultores do local, foi nos solicitado explicar o modelo de produção das hortas comunitárias do projeto Cidades sem Fome em São Paulo e ficou muito evidenciado o interesse de todos no projeto nessa capital. A proposta de reaplicação do projeto nessas comunidades rurais, irá basear-se na diversificação da produção nas propriedades dos agricultores que trabalham hoje, exclusivamente com o fumo/tabaco. A idéia que passamos para eles, seria desenvolver um projeto parecido como o que estamos aplicando em São Paulo, com algumas alterações.</p>
<p>Sugerimos que o iníco de tudo deveria ser uma proposta de uma associação de pelo menos 10 agricultores e que estes deveriam ser beneficiados com estufas, tanques de peixes etc, para gerar renda alternativa e aos poucos se desvincular do cultivo do fumo. Cada produtor plantaria em sua estufa uma cultura diferente, por exemplo, produtor A plantaria cenouras, produtor B plantaria beterraba, plantador C plantaria tomates e assim por diante. O projeto deveria contemplar um veículo de carga, trator e outras ferramentas para o uso em comum, e também para escoar a produção para cidades maiores. Existem em um raio de 100 km do local, 11 cidades que poderiam absorver os produtos cultivados dessas pessoas. A proposta inicial seria provocar uma mudança na mentalidade dos agricultores, mostrar que um novo modelo de produção seria viável. Depois, viriam as estratégias de reaplicação do modelo para outros agricultores interessados.</p>
<p>Entendemos que o projeto é viável e sua implantação requer os mesmos conhecimentos técnicos que utilizamos aqui em São Paulo. A formatação do projeto seria evidentemente diferente, uma vez que o público beneficiário são produtores com grande capacidade de intervenção, muito diferente do público que trabalhamos em São Paulo. Mas isso será um ponto favorável ao projeto, uma vez que se trabalhará na condição de que os produtores contemplados com estufas, tratores, insumos etc, poderá, por exemplo, destinar a um fundo, uma porcentagem sobre o valor de suas vendas, o que permitirá em pouco tempo reaplicar o modelo para outros agricultores sem a necessidade de novos patrocínios, isso criará uma escala de sustentabilidade ao longo do tempo.</p>
<p>Também, na cidade de Agudo, queremos implantar um Centro de Pesquisas, onde a proposta é montar uma estrutura para receber estagiários, universitários, pesquisadores e/ou voluntários. O projeto poderá receber formandos das universidades dos USA, Alemanha, Canadá e de outras partes do mundo que possuam interesses em projetos de agricultura, pesquisas ambientais, tecnologias para a criação de negócios alternativos para os produtores locais etc. Nossa proposta é utilizar o conhecimento dessas pessoas para implantar e desenvolver práticas mais modernas e eficientes nos projetos que iremos desenvolver nos próximos anos e a cidade de Agudo pode oferecer para os visitantes grandes atrativos para a aplicação do conhecimento adquirido em projetos de desenvolvimento social sustentáveis para as comunidades carentes. Todo o processo seria sempre acompanhado, administrado e gerenciado pela Cidades sem Fome. Nessa cidade já estamos trabalhando, em conjunto com a prefeitura local, no desenvolvimento de um modelo de geração de novas atividades para gerar renda mais continuamente e diversificada ao longo do ano. Já implantamos o projeto modelo com duas famílias de agricultores que são produtores de fumo. Construímos em cada propriedade, estufas agrícolas, criatório de peixes e estamos ajundando-os a diversificar sua renda na propriedade. Queremos mostrar-lhes que é economicamente mais rentável, diversificar as atividades da propriedade com a inclusão de várias atividades que geram renda mais continuadamente do que viver de uma atividade de monocultura como é  o caso do cultivo do tabaco.</p>
<p><strong>Estamos em processo de captação de  recursos para implantar o projeto em escala.</strong></p>
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		<title>Projeto Cidades sem Fome Ganha o Prêmio Dubai International Award for Best Practices 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 18:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Dubai, 5 Nov 2010 - Um júri independente de peritos internacionais, anunciou os 12 vencedores do Prêmio Internacional de Dubai para Melhores Práticas 2010 para a Melhoria das Condições de Vida.
Este é o oitavo ciclo do Prêmio UN-HABITAT administrado e criada em 1995 com o apoio do Governo de Dubai e Emirados Árabes Unidos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dubai, 5 Nov 2010 </strong>- Um júri independente de peritos internacionais, anunciou os 12 vencedores do Prêmio Internacional de Dubai para Melhores Práticas 2010 para a Melhoria das Condições de Vida.<br />
Este é o oitavo ciclo do Prêmio UN-HABITAT administrado e criada em 1995 com o apoio do Governo de Dubai e Emirados Árabes Unidos para apoiar a transferência e intercâmbio de experiências, conhecimentos e experiências através de redes de aprendizagem.</p>
<p>O anúncio dos vencedores ocorreu em uma conferência de imprensa realizada pela Municipalidade de Dubai, liderada pelo Eng º. Lootah Hussain Nasser, Diretor-Geral do Município de Dubai, o Sr. Shamsi Obaid Al Salem, diretor-geral adjunto para Assuntos Internacionais e do Setor de Parcerias e o Presidente do Conselho Curador do Prêmio Internacional de Dubai para Melhores Práticas, a Dra. Diana Lee Smith, presidente do Júri Internacional de sentença e Wandia Sra. Seaforth, Chefe do Programa de Melhores Práticas, UN-HABITAT.</p>
<p>O Eng. Lootah convidou os vencedores  de Angola, Quênia, Líbano, Mongólia, Bulgária, Espanha (2 vencedores), Brasil, El Salvador, México, Áustria e Argentina para  uma premiação especial no início do ano de 2011 que será organizada pela Municipalidade de Dubai. Ele explicou que o evento representará uma oportunidade para partilhar experiências, sucessos e lições das práticas.<br />
Ele descreveu os esforços em curso para divulgar e trocar informações sobre o prêmio, que incluem publicações, campanhas de informação pública e um banco de melhores práticas. Ele ressaltou que todas as práticas selecionadas, abordam questões que afetam a vida das pessoas e fornecem soluções concretas para problemas enfrentados pelas comunidades ao redor do mundo e que o desenvolvimento dessas práticas proporciona melhores condições de vida.</p>
<p>Todas as propostas recebidas serão adicionados ao banco de dados do UN-HABITAT Melhores Práticas para apoiar a partilha de conhecimentos e transferência de boas práticas para as comunidades ao redor do mundo</p>
<p>Os vencedores foram anunciados pela Sra. Lee-Smith, do Reino Unido, presidente do júri internacional. Os outros membros foram Mr. M. Ousmane Diallo do Mali, Sr. Gustavo Romero Fernandes, do México, a Sra. Maria Fides Bagasao das Filipinas e Sr. Abdulla Mohammed Rafia de Dubai.</p>
<p><strong>Dez Melhores Práticas:</strong></p>
<p><strong><em>Africa</em></strong><em> </em></p>
<ol>
<li><em>Angola      &#8211; Luanda Urban Poverty Programme</em></li>
<li><em>Kenya &#8211; Ikotoilet &#8211; Improving the Urban Living Environment Arab      States</em></li>
<li><em>Lebanon &#8211; Sustainable Environmental Practices and Policies Asia</em></li>
<li><em>Mongolia      &#8211; Environment Friendly Products</em></li>
</ol>
<p><strong><em>Europe </em></strong><em> </em></p>
<ol>
<li><em>Bulgaria &#8211; Composting: a Livelihood for the Roma (Gypsy) Ethnic      Minority in a small city</em></li>
<li><em>Spain &#8211;      Barcelona Schools Agenda 21 Programme</em></li>
<li><em>Spain &#8211; Municipal Climate Change Plan Noain, Valle de Elorz</em></li>
</ol>
<p><strong><em>Latin America</em></strong><em> </em></p>
<ol>
<li><strong><em>Brazil      &#8211; Cities without Hunger &#8211; Community Gardens in Sao Paulo.</em></strong></li>
<li><em>El Salvador &#8211; Recovery of the Housing Complex in the Historical      Centre of San Salvador</em></li>
<li><em>Mexico &#8211; Transfer of Appropriate Technologies for Water and      Sanitation Management in Tzotzill Indigenous Community in Chiapas.</em></li>
</ol>
<p><strong><em>Two Best Practice Transfer Awards</em></strong><em></em></p>
<ol>
<li><em>Austria      &#8211; Vienna Buys Ecologically</em></li>
<li><em>Argentina &#8211; Legal Extension through Neighbours in the City of      Mendoza .</em></li>
</ol>
<p>Os critérios utilizados para avaliar as práticas incluíram o impacto, a sustentabilidade e parcerias estabelecidas. O outras considerações, tais como o potencial de replicação, inovação e contribuição para a promoção da igualdade de gênero e inclusão social e abordagem integrada das questões relativas a assentamentos humanos também foram consideradas.</p>
<p><a href="http://www.zawya.com/story.cfm/sidZAWYA20101104102822/12%20winners%20of%20Dubai%20International%20Award%20for%20Best%20Practices%202010%20announced">English version on zawya.com</a></p>
<p><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/cidades-fome-hans-temp-premio-dubai-horta-comunitaria-607898.shtml">Planeta Sustentável &#8211; ONG Cidades sem Fome recebe prêmio internacional</a></p>
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		<title>Novidades</title>
		<link>http://cidadessemfome.org/pt/2010/09/novidades/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 21:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[PRÊMIO OBJETIVOS DO MILÊNIO (ODM) &#8211; BRASIL
O projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias foi finalista na seleção do 3º Prêmio ODM Brasil. O Prêmio ODM Brasil incentiva ações, programas e projetos que contribuem efetivamente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Em 2000, a ONU, Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PRÊMIO OBJETIVOS DO MILÊNIO (ODM) &#8211; BRASIL</strong></p>
<p>O projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias foi finalista na seleção do 3º Prêmio ODM Brasil. O Prêmio ODM Brasil incentiva ações, programas e projetos que contribuem efetivamente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Em 2000, a ONU, Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio &#8211; ODM, que no Brasil são chamados de 8 Jeitos de Mudar o Mundo, que são:</p>
<ol>
<li>Acabar com a Fome e a Miséria</li>
<li>Educação Básica de Qualidade para Todos</li>
<li>Igualdade entre Sexos e Valorização da Mulher</li>
<li>Reduzir a Mortalidade Infantil</li>
<li>Melhorar a Saúde das Gestantes</li>
<li>Combater a AIDS, a malária e outras doenças</li>
<li>Qualidade de vida e responsabilidade ao Meio Ambiente</li>
<li>Todo mundo tabalhando para o desenvolvimento.</li>
</ol>
<p>O Prêmio é uma iniciativa pioneira no mundo e foi proposto pelo Governo Federal na abertura da 1.ª Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade, em 2004. A ação conta com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a coordenação geral no Brasil está a cargo da Secretaria Geral da Presidência da República, a coordenação técnica é feita pelo ENAP e pelo IPEA e possui como parceiros a PETROBRÁS, a CAIXA</p>
<p>ECONÔMICA FEDERAL e o BANCO DO BRASIL</p>
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		<title>Prêmio AEA de Responsabilidade Ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 00:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organização Cidades sem Fome, com seu projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias foi contemplada com Menção Honrosa na categoria Responsabilidade Social na 3ª Edição do Prêmio AEA de Responsabilidade Ambiental. O Prêmio AEA é uma iniciativa da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva que tem como objetivo distinguir e homenagear as empresas que se destacaram através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Cidades sem Fome, com seu projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias foi contemplada com Menção Honrosa na categoria Responsabilidade Social na 3ª Edição do Prêmio AEA de Responsabilidade Ambiental. O Prêmio AEA é uma iniciativa da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva que tem como objetivo distinguir e homenagear as empresas que se destacaram através do desenvolvimento de projetos de tecnologias e responsabilidade social que beneficiaram o meio ambiente com resultados significativos quanto à qualidade de vida. Também as universidades, institutos de pesquisa e universitários que priorizam conceitos tecnológicos voltados à redução dos impactos ambientais.</p>
<p>Os prêmios foram entregues durante o 11º jantar anual de Meio Ambiente da AEA, no dia 8 de junho de 2009, na cidade de São Paulo.</p>
<p>Ver matéria completa no link <a href="http://www.aea.org.br/">http://www.aea.org.br</a></p>
<p><a href="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/09/P6080006.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-584" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/09/P6080006-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> <a href="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/09/P6080005.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-583" title="P6080005" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/09/P6080005-300x225.jpg" alt="P6080005" width="300" height="225" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estufas Agrícolas</title>
		<link>http://cidadessemfome.org/pt/2009/08/estufas-agricolas/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 22:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organização Cidades sem Fome desenvolveu uma tecnologia para a construção de estufas agrícolas utilizando materiais alternativos, bem mais baratos que os tradicionais. A economia fica na ordem de 50% e os resultados obtidos são excelentes.
NOVO:  Manual descritivo de Construção das estufas
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Cidades sem Fome desenvolveu uma tecnologia para a construção de estufas agrícolas utilizando materiais alternativos, bem mais baratos que os tradicionais. A economia fica na ordem de 50% e os resultados obtidos são excelentes.</p>
<p><strong>NOVO:</strong>  <a href="http://cidadessemfome.org/pt/2012/01/estufas-agricolas-construcao-e-metodologia/">Manual descritivo de Construção das estufas</a></p>

<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p4140003/' title='P4140003'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P4140003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P4140003" title="P4140003" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p4140004/' title='P4140004'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P4140004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P4140004" title="P4140004" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p4140005/' title='P4140005'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P4140005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P4140005" title="P4140005" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050110/' title='P5050110'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050110-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050110" title="P5050110" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050111/' title='P5050111'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050111-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050111" title="P5050111" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050113/' title='P5050113'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050113-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050113" title="P5050113" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050114/' title='P5050114'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050114-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050114" title="P5050114" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050118/' title='P5050118'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050118-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050118" title="P5050118" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5050121/' title='P5050121'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5050121-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5050121" title="P5050121" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5210013/' title='P5210013'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5210013-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5210013" title="P5210013" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5210017/' title='P5210017'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5210017-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5210017" title="P5210017" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5210018/' title='P5210018'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5210018-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5210018" title="P5210018" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5230026/' title='P5230026'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5230026-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5230026" title="P5230026" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5240033/' title='P5240033'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5240033-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5240033" title="P5240033" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5240035/' title='P5240035'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5240035-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5240035" title="P5240035" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p5240037/' title='P5240037'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P5240037-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P5240037" title="P5240037" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070035/' title='P6070035'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070035-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070035" title="P6070035" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070039/' title='P6070039'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070039-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070039" title="P6070039" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070042/' title='P6070042'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070042-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070042" title="P6070042" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070055/' title='P6070055'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070055-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070055" title="P6070055" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070063/' title='P6070063'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070063-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070063" title="P6070063" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070067/' title='P6070067'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070067-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070067" title="P6070067" /></a>
<a href='http://cidadessemfome.org/pt/galeria/estufas-agricolas/attachment/p6070098/' title='P6070098'><img width="150" height="150" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/08/P6070098-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P6070098" title="P6070098" /></a>

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		<title>Organização Cidades Sem Fome recebe doação do Consulado do Japão-SP</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 10:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo japonês, através do Programa de Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana (APC), doou US$ 40.899,00 em prol da Organização Cidades Sem Fome. A cerimônia de assinatura do contrato de doação aconteceu no dia 22 de janeiro de 2009, nas dependências do Consulado Geral do Japão em São Paulo. Estiveram presentes o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo japonês, através do Programa de Assistência a Projetos Comunitários e de Segurança Humana (APC), doou US$ 40.899,00 em prol da Organização Cidades Sem Fome. A cerimônia de assinatura do contrato de doação aconteceu no dia 22 de janeiro de 2009, nas dependências do Consulado Geral do Japão em São Paulo. Estiveram presentes o cônsul geral do Japão em São Paulo, Sr. Kazuaki Obe, o presidente da entidade, Adilson Alves dos Santos e o fundador e coordenador de projetos  da Organização Cidades sem Fome, Hans Dieter Temp. Com a doação, a entidade irá adquirir equipamentos agrícolas que diminuirão o custo e o tempo de preparo da terra, melhorando e aumentando a produção e, consequentemente, haverá também, um aumento na geração de renda para os beneficiários do projeto Cidades sem Fome/Hortas Comunitárias.</p>
<p>Consulado do Japão-SP -  <a href="http://www.sp.br.emb-japan.go.jp">www.sp.br.emb-japan.go.jp</a></p>
<p><a href="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220016.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-501" title="p1220016" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220016-300x225.jpg" alt="p1220016" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Assinatura do Contrato &#8211; da esquerda para a direita: Adilson Alves dos Santos &#8211; Presidente da Organização Cidades sem Fome e o Cônsul do Japão em São Paulo Sr. Kazuaki Obe.</p>
<p><a href="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220028.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-502" title="p1220028" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220028-300x225.jpg" alt="p1220028" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Da direita para a esquerda: Adilson Alves dos Santos, Hans Dieter Temp da Organização Cidades sem Fome e o Cônsul do Japão em São Paulo, Sr. Kazuaki Obe.</p>
<p><a href="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220038.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-503" title="p1220038" src="http://cidadessemfome.org/wp-content/uploads/2009/02/p1220038-300x225.jpg" alt="p1220038" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Cerimônia de Assinatura de Contrato entre o Consulado do Japão e a Organização Cidades sem Fome.</p>
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		<item>
		<title>Segurança alimentar e nutrição das famílias</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 22:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Florian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[A definição de segurança alimentar evoluiu para a ênfase atual ao acesso à comida, indo, portanto além do conceito inicial que apenas considerava a disponibilidade de comida (no mercado). Hoje, segurança alimentar também pressupõe que a comida seja saudável, completa do ponto de vista nutricional, inclusive com as vitaminas e proteínas necessárias, mais do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A definição de segurança alimentar evoluiu para a ênfase atual ao acesso à comida, indo, portanto além do conceito inicial que apenas considerava a disponibilidade de comida (no mercado). Hoje, segurança alimentar também pressupõe que a comida seja saudável, completa do ponto de vista nutricional, inclusive com as vitaminas e proteínas necessárias, mais do que simplesmente contemplar o aspecto calórico. Assim, para haver segurança alimentar, é necessário que haja disponibilidade, durante todo o ano, em níveis nacional e comunitário, dos alimentos necessários à população; que as famílias tenham acesso físico e econômico a uma quantidade suficiente em quantidade, qualidade e variedade de alimentos, e que os provedores domésticos e institucionais tenham tempo, conhecimento e motivação para assegurar que sejam atendidas todas as necessidades nutricionais de todos os membros da família.</p>
<p>É essencial compreender a contribuição que as hortas comunitárias podem fazer a ambos os aspectos da segurança alimentar (acessibilidade e qualidade). O acesso à comida é uma condição de segurança alimentar. No mundo atual, com raras exceções (causadas por secas, guerras e pelos desequilíbrios provocados por elas), existem bastantes alimentos para atender todas as pessoas &#8211; nas áreas rurais e urbanas. Entretanto, não existem garantias de que todos os segmentos da população tenham acesso suficiente e a tempo a esses alimentos. Os que tem menos chance de consegui-los são os pobres, os vulneráveis, e os membros mais isolados da sociedade.</p>
<p>Através de inúmeros canais de comercialização e mecanismos informais, a maior parte dos alimentos produzidos em áreas urbanas são consumidos lá mesmo, freqüentemente pelos produtores ou pelas famílias mais próximas a eles. As hortas comunitárias fornecem alimentos e reduzem os seus preços, principalmente nos picos sazonais de produção. Durante os tempos de emergência, ou quando os canais de transporte e distribuição são desorganizados, os produtos das hortas comunitárias podem ser mais que suplementares, tornando-se a principal fonte de alimentos para os consumidores urbanos.</p>
<p>Uma dieta saudável exige uma combinação apropriada de micro e macronutrientes para atender as necessidades de cada pessoa de uma família, considerando seu sexo, sua idade, e suas condições de saúde. Dois fatores são os principais responsáveis por impedir que os moradores urbanos tenham uma dieta saudável; pobreza e falta de produtos frescos. Famílias pobres não podem arcar regularmente com os gastos para comprar os alimentos perecíveis que contém micronutrientes essências para a saúde, especialmente importantes para as crianças. Mas mesmo os moradores urbanos menos pobres podem enfrentar dificuldades para encontrar quantidades suficientes de frutas e hortaliças. Se os canais de abastecimento do campo para as cidades forem inadequados, esses produtos serão sempre escassos.</p>
<p>Os alimentos produzidos pelas hortas comunitárias são, portanto, ricos em nutrientes e necessários para aliviar a subnutrição nos lares pobres e podem, assim, contribuir de modo importante para a segurança alimentar doméstica. A produção de tais alimentos perto das populações que precisam deles os torna mais acessíveis a tais consumidores. Entretanto, para aumentar a segurança alimentar é importante que as necessidades nutricionais dos consumidores esteja disponível para os produtores e que os alimentos sejam produzidos de modo seguro e saudável. Os empregos e a renda criados pelas hortas comunitárias também oferecem o potencial para reduzir a insegurança alimentar. O principal efeito é o autoemprego dos produtores e familiares, muitas vezes não remunerado. O grande objetivo desse projeto é incentivar grupos de produtores a buscar uma alternativa de comercialização de seus produtos, agregando-lhes valor, possibilitando assim, a remuneração pelo seu trabalho.</p>
<p><strong>EVIDÊNCIA DO IMPACTO DAS HORTAS COMUNITÁRIAS NA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS LARES</strong></p>
<p>As hortas Comunitárias reduzem a insegurança alimentar na medida que aumenta o acesso à comida &#8211; especialmente à alimentos frescos e ricos em nutrientes &#8211; entre as populações mais afetadas, pobres e vulneráveis, beneficiando especialmente as crianças &#8211; seja diretamente pela autoprovisão, seja graças à renda acrescida pela venda da produção. Como as famílias pobres chegam a gastar 60-80% de sua renda em comida, ambas as opções podem ter um impacto importante no bem estar das famílias. Além dessas evidências, constatamos que:</p>
<ul>
<li>as famílias que cultivam alimentos são menos dependentes de programas de doação de cestas-básicas;</li>
<li>a demanda das cidades por alimentos frescos e perecíveis é melhor atendida pela produção urbana e peri urbana que a rural;</li>
<li>os produtores urbanos consomem mais hortaliças que os produtores não urbanos e consumidores mais ricos;</li>
<li>os benefícios são maiores para a família quando há a participação de mulheres entre os produtores.As famílias pobres podem encontrar nas Hortas Comunitárias uma estratégia útil para seu bem estar, em diversas condições. Para alcançar o máximo de seus investimentos nas atividades agrícolas, elas precisam de acesso a recursos básicos, apoio tecnológico, e &#8211; muito importante &#8211; um ambiente de políticas públicas que os apóiem. Tal ambiente deve ter certos elementos:</li>
<li>Regulamentações do uso do solo que protejam os praticantes das hortas comunitárias;</li>
<li>Identificar e facilitar a distribuição e a comercialização de modo que os pobres tenham acesso aos produtos, tanto como produtores quanto como consumidores.</li>
</ul>
<p><strong>VANTAGENS QUE AS HORTAS COMUNITÁRIAS PODEM TRAZER PARA A CIDADE</strong></p>
<p>Geração de renda para os produtores, criação de empregos urbanos, absorção de mão-de-obra migrante rural, absorção de mão-de-obra adolescente, oportunidade de trabalho para mulheres, criação de segurança alimentar, reciclagem de lixo doméstico e urbano, reciclagem de águas pluviais, disponibilização de alimentos frescos e mais baratos, disponibilização de proteínas, melhora do meio-ambiente urbano, aprimoramento estético urbano, criação de Agroindústrias (mais empregos), prazer de cultivar e criar, trabalho/Prazer para a Terceira Idade.</p>
<p><strong>PROJETOS POSSÍVEIS DE GERAÇÃO DE RENDA</strong></p>
<p>Produção de verduras e legumes, para fornecimento &#8220;in natura&#8221;;</p>
<ul>
<li>Produção de verduras e legumes para pré-processamento simples;</li>
<li>Produção de legumes para conservas;</li>
<li>Planejamento de produção casada com restaurantes ;</li>
<li>Produção de plantas ornamentais e flores;</li>
<li>Produção de mudas de espécies nativas para recuperação ambiental e arborização urbana; Produção de conservas, como purê de tomate, picles, tomates secos.</li>
</ul>
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